Conferência Parlamentar sobre Ciência

.

A Comissão Parlamentar de Educação e Ciência vai realizar uma Conferência Parlamentar sobre Ciência, no próximo dia 03 de Março, entre as 09.30H e as 18.30H, no auditório do Edifício Novo da Assembleia da República.

 

A organização desta Conferência Parlamentar inscreve-se no conjunto de actividades conducentes à elaboração do Relatório sobre Ciência, que pretende ser um documento que contribua para um melhor conhecimento do que é, na actualidade, a rede científica nacional, nas suas diferentes dimensões e expressões.

 

Terei a honra e a oportunidade de moderar o Painel: “A Ciência em Portugal: a rede pública de unidades de investigação”, com a presença de Alexandre Quintanilha (Secretário do Conselho dos Laboratórios Associados), Jorge Braga de Macedo  (Presidente do Instituto de Investigação Científica Tropical/Universidade Nova de Lisboa) e Carlos Penha Gonçalves (Chefe do Laboratório de Defesa Biológica do Exército).

 

Além desta iniciativa, a Comissão Parlamentar de Educação e Ciência tem vindo a concretizar um conjunto de visitas de trabalho a instituições de ensino superior e unidades de investigação, com o objectivo de conhecer o trabalho científico que é realizado ao nível das várias instituições.

Pode proceder à sua inscrição através do endereço: com8cec@ar.parlamento.pt.

Tendo em vista a elaboração do Relatório sobre a Ciência, estará disponível, entre os dias 3 e 22 de Março de 2009, no portal do Parlamento (www.parlamento.pt), um espaço de recolha de testemunhos e contributos, pessoais ou institucionais, dos que exercem a sua actividade na investigação científica.

 

O Programa da Conferência Aqui!

Publicado em Blog | Tags , , , , , , , , , , | Comentários fechados em Conferência Parlamentar sobre Ciência

Participar e Construir.

a

A recente aprovação do Projecto-Lei que regulamenta os Conselhos Municipais de Juventude vem abrir uma importante janela de participação para os jovens, que, assim, são chamados a intervir activamente na construção de um futuro melhor e mais ambicioso nos seus municípios. Mas, mais do que uma «obrigação» ou um «forçar» da intervenção juvenil no processo de decisão política, trata-se do reconhecimento do imenso trabalho do movimento associativo juvenil, da pertinência da acção das juventudes partidárias, da vontade e da necessidade de renovação do conceito de Política, especialmente na esfera local.

Nos tempos que correm, é a juventude que mais de perto lida e que mais consequências sofre do clima de crise instalado. Desemprego, falta de perspectivas de futuro, instabilidade económica. Um cenário que constitui um quadro de ameaça. Mas, mais do que uma ameaça, esta situação pode e deve ser olhada como uma oportunidade. Uma oportunidade para os jovens demonstrarem o seu empreendedorismo, as suas qualidades e aptências, a sua visão muito particular do futuro. É neste quadro que pode ser, e é, de facto, útil ouvir os jovens. Conhecer os seus anseios, as suas preocupações, as suas dificuldades, os seus projectos. Convidá-los a intervir activamente, a irem mais longe na sua acção em prol dos seus municípios. É esse o objectivo dos Conselhos Municipais de Juventude.

Estes Conselhos surgem regulamentados após um trabalho desenvolvido ao longo de cerca de um ano, em que PS, PSD e CDS-PP encontraram pontos de convergência, consubstanciados no texto de substituição do Projecto-Lei recentemente aprovado. Um texto que possibilita, à escala municipal, a criação de um verdadeiro espaço de debate acerca das intenções, dos anseios, das preocupações da juventude, e, dessa forma, convidá-la a participar activamente no desenho de verdadeiras políticas de juventude nos seus municípios e, por inerência, no País. Emprego e formação profissional, habitação, educação e ensino superior, cultura, desporto, saúde e acção social, movimento associativo são algumas das matérias que os Conselhos Municipais de Juventude devem ter permanentemente na agenda. As matérias que dizem directamente respeito às aspirações e necessidades da juventude.

A acção da juventude deve pautar-se, assim, não apenas por uma participação passiva, mas, sobretudo, por uma construção activa de um futuro melhor em cada município e no país. Um país que, no futuro, será governado pela juventude de agora, que é agora convidada a construí-lo de forma activa e empenhada.

Mãos à obra.

 

André Almeida

escrito para o blog “pensare jota” em Fevereiro de 2009, Publicado no “Povo Livre” a 4 de Março de 2009

Publicado em Blog | Tags , , , , | Comentários fechados em Participar e Construir.

Deputados de olhos colados nos ecrãs dos portáteis

.

in Público. A participação nos blogues ao vivo transformou os debates quinzenais em momentos mais atraente. A campainha já retine e muitos dos deputados que se dirigem para a Sala do Senado, em passo apressado, não carregam pastas com dossiers ou maços de folhas. Consigo trazem apenas um computador portátil (laptop).[…]Igualmente activo esteve André Almeida, cuja página do Twitter ostenta uma imagem do deputado do PSD em plena “acção” na Assembleia da República.[…]

Notícia Aqui!

Publicado em Imprensa | Tags , , , , , | Comentários fechados em Deputados de olhos colados nos ecrãs dos portáteis

Conselhos Municipais de Juventude. Órgão consultivo deverá ser criado no prazo de 6 meses

Discurso Directo

Discurso Directo

in Discurso Directo. Foi aprovado a 9 de Janeiro em sede de plenário da Assembleia da República, o regime jurídico dos Conselhos Municipais de Juventude. Estes serão órgãos consultivos de apoio às politicas municipais de juventude e aos jovens e deve ser criado no prazo de 6 meses. André ALmeida fez parte do grupo de trabalho que elaborou o texto final da nova lei.

Noticia Aqui!

Publicado em Imprensa | Tags , , , | 2 Comentários

Construir a educar.

Deputado André Almeida (PSD) a intervir

A construção das sociedades deve assentar num processo evolutivo de valorização dos seus activos, e isso só é possível através de uma aposta sustentada na Educação. Tal como construir uma ponte, dirigir políticas de educação requer planeamento, estratégia, saber onde se vai começar, mas sobretudo como se quer acabar. Infelizmente ao longo dos últimos anos devido a sucessivas trocas de governos, mas sobretudo trocas de quem dirige a pasta da educação (desde o 25 de Abril de 1974, Portugal teve 31 ministros responsáveis pela pasta da educação, o que da uma media de pouco mais de um ano a cada ministro), tem sido impossível definir uma política sustentável, levando ao caos educativo que o nosso pai vive na actualidade.

Portugal, ocupa, hoje, um dos primeiros lugares no pódio da taxa de insucesso e abandono escolar da União Europeia. Estes dados são alarmantes, pois o nosso país vive inserido numa comunidade que caminha a passos largos para um mercado único de trabalho Europeu, onde a competitividade será crescente. Por isso é fundamental que o Investimento na educação seja capaz de formar bons quadros, adequados às necessidades do mercado de trabalho da comunidade.

Por isso pergunto-me, será que neste momento, o governo de Portugal consegue corresponder as necessidades e anseios de milhares de jovens que pretendem valorizar-se e apostar numa melhor formação? Claro que não… Infelizmente, vivem-se em Portugal casos alarmantes. O Novo estatuto do aluno, é bom exemplo disso. Que governo civilizado e com ambições sociais, pode pretender que de uma forma simplificada o critério para aprovação nos diversos níveis de aprendizagem, seja baseado na assiduidade? Que governo é este, que se preocupa mais com estatísticas (sendo capaz de a ensinar), preferindo baixar a exigência dos exames nacionais (dado comprovado por professores e alunos), em vez de aumentar as competências de ensino, de forma a atingir melhores médias?

Desculpem-me, mas a única resposta possível, é que este é o governo do “quem vier que feche a porta”.
Infelizmente, é isto que temos, e será o que a nossa geração merece? A mim parece-me que não. Somos a geração mais proactiva de sempre, e para isso basta ver os quase 1000 jovens portugueses, que seguindo um sonho e uma vocação, deixaram o seu pais enfrentado todas as dificuldades inerentes a isso para poderem estudar medicina. Levando consigo preciosas divisas (por exemplo na Republica Checa a propina anual na Faculdade de Medicina para estudantes estrangeiros é de aproximadamente 9000 euros anuais), mas sobretudo conhecimento. Será que esta é a medida? Será que numa sociedade Ocidental cada vez mais envelhecida, fará muito sentido “obrigar” as populações jovens a migrar em busca de aprendizagem? Infelizmente mais uma vez parece-me que não…

Por tudo acima escrito é necessário que de uma vez por todas se deixe o “politiques” e que defina a educação como a pedra basilar para o desenvolvimento do nosso país. E que se parta para a construção de um projecto educativo, assente na formação dos alunos com vista as necessidades do mercado de trabalho.
Muitos dos anteriores governos, preferiram o conforto da obra fácil e de resultados imediatos, mas a nossa geração tem a obrigação de ser diferente, e permitir que a geração dos nossos filhos já possa viver numa sociedade mais adequada e competitiva no enquadramento Europeu. E isso… depende de NÓS!

André Almeida
Escrito para o debate:  “12 meses, 12 temas” em Fevereiro de 2009

Publicado em Blog | Tags , , , , , | 1 Comentário

Conselhos Municipais de Juventude: o que são e o que podem ser.

.

As críticas ao estado de coisas no seio da Política é habitual, sendo uma das críticas mais frequentes a da falta de renovação. Normalmente, quando se fala de Política associamo-la a «interesses instalados», ao mero interesse pela conquista do poder, às lutas internas, etc. Contudo, sabemo-lo, não só pela definição etimológica mas, e sobretudo, pela acção das autarquias e dos movimentos associativos locais, que a Política não deve ser nem é isso.

Imediatamente após o 25 de Abril, as populações saíram para a rua, já não para reivindicarem ou celebrarem a liberdade, mas para a construírem. Nos locais onde não havia água, luz nem saneamento, os populares foram para o terreno, saíram do conforto das suas casas, e, lado a lado com os operários e com os próprios autarcas, trabalharam nos rasgos, na colocação de postes e tubos.

Hoje, os tempos são diferentes, as necessidades são outras e as solicitações também. Hoje, a Juventude constrói de forma diferente. Agrega-se a movimentos associativos interventivos, sejam eles de cariz desportivo, cultural ou recreativo, e, simultaneamente, a movimentos políticos: as juventudes partidárias. Progressivamente, estes movimentos foram alargando o seu campo de intervenção, e, hoje, estão finalmente regulamentados os mecanismos que criam espaços de intervenção e discussão de verdadeiras políticas de juventude a nível local: os Conselhos Municipais de Juventude.

Após um ano de trabalho conjunto de PS, PSD e CDS-PP, o Texto final, que regulamenta estas estruturas está, finalmente, aprovado. Desta forma, demos um passo decisivo para a criação destes Conselhos Municipais, onde os jovens poderão, de uma forma activa e construtiva, apresentar os seus projectos, falar das suas intenções, anseios, preocupações, e, dessa forma, participarem activamente no desenho de verdadeiras políticas de juventude nos seus Municípios e, por inerência, no País.

Os Conselhos Municipais de Juventude vão promover a discussão sobre emprego e formação profissional, habitação, educação e ensino superior, cultura, desporto, saúde e acção social, movimento associativo. Em suma, as temáticas que dizem directamente respeito às aspirações e necessidades da juventude.

Isto é um resumo do que podem ser estes Conselhos. Do que devem ser. Verdadeiros espaços de afirmação da juventude. Espaços onde possam ajudar a construir um Município que também é seu, construindo-o, também, à sua maneira. É este o verdadeiro desafio. Pensarmos não no que, de facto, são, mas no que podem e devem ser estes Conselhos Municipais de Juventude. Verdadeiros espaços de liberdade e de construção de um futuro em que a juventude, que amanhã estará á frente dos seus próprios destinos, participa activamente na antecipação desse futuro. Contribuindo, com a sua visão e acção muito próprias, provando que tem capacidade interventiva e construtiva, que tem uma voz que deve ser ouvida.

André Almeida

escrito para a newsletter da Juventude Social Democrata da Marinha Grande em Fevereiro de 2009

Publicado em Blog | Tags , , , | Comentários fechados em Conselhos Municipais de Juventude: o que são e o que podem ser.

André Almeida nomeado Vice-Coordenador da Comissão de Educação

.

in Jornal de Arouca. O jovem deputado André Almeida foi recentemente nomeado Vice-Coordenador do Grupo Parlamentar do PSD, na Comissão de Educação e Ciência. Esta nomeação, surge na sequência de uma reestruturação desta comissão, apôs Pedro Duarte e Fernando Antunes terem sido eleitos Vice-presidente e Coordenador da bancada Social-democrata, respectivamente.

Notícia Aqui!

Publicado em Imprensa | Tags , , , | Comentários fechados em André Almeida nomeado Vice-Coordenador da Comissão de Educação

Centro de Saúde do Lumiar

Centro de Saúde do Lumiar
Centro de Saúde do Lumiar

Na passada segunda-feira visitei o Centro de Saúde do Lumiar, em Lisboa. Fi-lo enquanto membro da Comissão Parlamentar de Saúde, mas de uma maneira menos ortodoxa. Sem aviso nem convite.

Tentei, com esta visita discreta, apalpar o pulso ao sistema nacional de saúde. Perceber “no terreno”, as dificuldades dos utentes, as suas necessidades e preocupações.
Infelizmente, tal qual uma doença crónica, problemas, os de sempre.
Tempo de espera que desespera. Salas possíveis, mas muito longe do ambiente tranquilo que se deseja num espaço destes.
Médico supostamente de “recurso”, indisponível.
Pontos positivos, para o atendimento, seguranças e administrativos simpáticos e prestáveis e para o serviço de Estomatologia / Saúde oral, coisa rara mas fundamental no País.
Boa experiência. Agora é tempo de estudar os apontamentos, reflectir e apresentar propostas.
Publicado em Visitas / Participações | Tags , , , | 1 Comentário