JSD Águeda na Assembleia da República

Social Democratas de Águeda na AR
No passado dia 27 de Maio tive a honra de receber a JSD de Águeda e o Candidato do PSD à Câmara Municipal de Águeda, Castro Azevedo na Assembleia da República.
Os jovens social-democratas de Águeda explicaram alguns dos problemas que afectam a juventude do seu Concelho gerando-se uma discussão, onde foram debatidas e discutidas várias propostas para a resolução de dificuldades como a falta de residências académicas, a elevada taxa de IMI e os estágios curriculares não remunerados.
Depois da reunião e com a promessa das propostas serem estudadas, seguiu-se uma visita pelo Palácio de São Bento, onde fui explicando o funcionamento da Casa da Democracia e o Processo Legislativo. Houve ainda a oportunidade de assistirem a uma sessão plenária.
À JSD de Águeda, agradeço a preocupação, o trabalho dedicado que tem desenvolvido, as ideias e as propostas muito válidas, que agora serão estudadas e convertidas em iniciativas políticas. Bem Hajam.
Iniciativa: Projecto de Resolução 471/X – Recomenda ao Governo a adopção de medidas de excepção de apoio aos alunos do ensino superior com dificuldades económicas, face ao momento de recessão económica que o país atravessa
JSD entrega propostas na Assembleia da República

Roda Viva Jornal
in Jornal Roda Viva. No passado dia 20 de Março, alguns membros da JSD Arouca deslocaram-se à Assembleia da República com oi intuito de apresentar ao deputado arouquense André Almeida algumas propostas de apoio à juventude. [...]
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JSD contra sistema de aprovações/reprovações
DA
in Diário de Aveiro. Visita à Assembleia da República. A JSD de Arouca pretende “que se proceda à alteração do actual sitema de aprovações/reprovações do Ensino Básico e da lógica amadorística com que a gestão e a organização escolar estão orientadas”.
E, recentemente, alguns elementos da “jota” tiveram a oportunidade de transmitir esta posição ao arouquense André Almeida, deputado à Assembleia da República pelo PSD, no decorrer de uma visita ao Parlamento.
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Juventude Social Democrata de Arouca entrega propostas na AR

JSD Arouca entrega Propostas na Assembleia da República
Foi com enorme orgulho que no exercício das minhas funções de Deputado à Assembleia da Republica, recebi na passada sexta-feira dia 20 de Março a visita de uma pequena comitiva da Juventude Social Democrata de Arouca. Sou Arouquense, e foi na estrutura da JSD local que dei os meus primeiros passos na actividade politica.
O dia iniciou-se com uma sessão de plenário, onde os dirigentes da JSD tiveram a oportunidade de assistir à reunião dos parlamentares. Seguiu-se uma visita guiada ao Palácio de S. Bento, em que tive o prazer de explicar o funcionamento da Casa da Democracia e todo o processo legislativo.
A visita terminou com o motivo que trouxe a JSD Arouquense a Lisboa, uma reunião onde tive a oportunidade de receber e discutir algumas propostas trazidas pelos jovens dirigentes.
A JSD está preocupada com o galopante desemprego entre os jovens, em particular com o enorme número de jovens licenciados desempregados. Nesse sentido endereçaram-me um conjunto de medidas que consideram fundamentais para inverter o actual estado.
Acção Social, o Estatuto do aluno, o novo regime sobre educação sexual nas escolas e bolsas de investigação para mestrados, foram mais alguns temas em discussão e para os quais a JSD propõe algumas soluções.
As propostas serão agora estudadas e espero que convertidas em iniciativas políticas. Esse é o compromisso! À JSD de Arouca, o meu agradecimento pela deslocação, pelas ideias e pelo empenho demonstrado na defesa dos interesses da juventude.
JSD pede apoio para jovens sufocados pela crise
Construir a educar.
A construção das sociedades deve assentar num processo evolutivo de valorização dos seus activos, e isso só é possível através de uma aposta sustentada na Educação. Tal como construir uma ponte, dirigir políticas de educação requer planeamento, estratégia, saber onde se vai começar, mas sobretudo como se quer acabar. Infelizmente ao longo dos últimos anos devido a sucessivas trocas de governos, mas sobretudo trocas de quem dirige a pasta da educação (desde o 25 de Abril de 1974, Portugal teve 31 ministros responsáveis pela pasta da educação, o que da uma media de pouco mais de um ano a cada ministro), tem sido impossível definir uma política sustentável, levando ao caos educativo que o nosso pai vive na actualidade.
Portugal, ocupa, hoje, um dos primeiros lugares no pódio da taxa de insucesso e abandono escolar da União Europeia. Estes dados são alarmantes, pois o nosso país vive inserido numa comunidade que caminha a passos largos para um mercado único de trabalho Europeu, onde a competitividade será crescente. Por isso é fundamental que o Investimento na educação seja capaz de formar bons quadros, adequados às necessidades do mercado de trabalho da comunidade.
Por isso pergunto-me, será que neste momento, o governo de Portugal consegue corresponder as necessidades e anseios de milhares de jovens que pretendem valorizar-se e apostar numa melhor formação? Claro que não… Infelizmente, vivem-se em Portugal casos alarmantes. O Novo estatuto do aluno, é bom exemplo disso. Que governo civilizado e com ambições sociais, pode pretender que de uma forma simplificada o critério para aprovação nos diversos níveis de aprendizagem, seja baseado na assiduidade? Que governo é este, que se preocupa mais com estatísticas (sendo capaz de a ensinar), preferindo baixar a exigência dos exames nacionais (dado comprovado por professores e alunos), em vez de aumentar as competências de ensino, de forma a atingir melhores médias?
Desculpem-me, mas a única resposta possível, é que este é o governo do “quem vier que feche a porta”.
Infelizmente, é isto que temos, e será o que a nossa geração merece? A mim parece-me que não. Somos a geração mais proactiva de sempre, e para isso basta ver os quase 1000 jovens portugueses, que seguindo um sonho e uma vocação, deixaram o seu pais enfrentado todas as dificuldades inerentes a isso para poderem estudar medicina. Levando consigo preciosas divisas (por exemplo na Republica Checa a propina anual na Faculdade de Medicina para estudantes estrangeiros é de aproximadamente 9000 euros anuais), mas sobretudo conhecimento. Será que esta é a medida? Será que numa sociedade Ocidental cada vez mais envelhecida, fará muito sentido “obrigar” as populações jovens a migrar em busca de aprendizagem? Infelizmente mais uma vez parece-me que não…
Por tudo acima escrito é necessário que de uma vez por todas se deixe o “politiques” e que defina a educação como a pedra basilar para o desenvolvimento do nosso país. E que se parta para a construção de um projecto educativo, assente na formação dos alunos com vista as necessidades do mercado de trabalho.
Muitos dos anteriores governos, preferiram o conforto da obra fácil e de resultados imediatos, mas a nossa geração tem a obrigação de ser diferente, e permitir que a geração dos nossos filhos já possa viver numa sociedade mais adequada e competitiva no enquadramento Europeu. E isso… depende de NÓS!
André Almeida
Escrito para o debate: “12 meses, 12 temas” em Fevereiro de 2009
Conselhos Municipais de Juventude: o que são e o que podem ser.
As críticas ao estado de coisas no seio da Política é habitual, sendo uma das críticas mais frequentes a da falta de renovação. Normalmente, quando se fala de Política associamo-la a «interesses instalados», ao mero interesse pela conquista do poder, às lutas internas, etc. Contudo, sabemo-lo, não só pela definição etimológica mas, e sobretudo, pela acção das autarquias e dos movimentos associativos locais, que a Política não deve ser nem é isso.
Imediatamente após o 25 de Abril, as populações saíram para a rua, já não para reivindicarem ou celebrarem a liberdade, mas para a construírem. Nos locais onde não havia água, luz nem saneamento, os populares foram para o terreno, saíram do conforto das suas casas, e, lado a lado com os operários e com os próprios autarcas, trabalharam nos rasgos, na colocação de postes e tubos.
Hoje, os tempos são diferentes, as necessidades são outras e as solicitações também. Hoje, a Juventude constrói de forma diferente. Agrega-se a movimentos associativos interventivos, sejam eles de cariz desportivo, cultural ou recreativo, e, simultaneamente, a movimentos políticos: as juventudes partidárias. Progressivamente, estes movimentos foram alargando o seu campo de intervenção, e, hoje, estão finalmente regulamentados os mecanismos que criam espaços de intervenção e discussão de verdadeiras políticas de juventude a nível local: os Conselhos Municipais de Juventude.
Após um ano de trabalho conjunto de PS, PSD e CDS-PP, o Texto final, que regulamenta estas estruturas está, finalmente, aprovado. Desta forma, demos um passo decisivo para a criação destes Conselhos Municipais, onde os jovens poderão, de uma forma activa e construtiva, apresentar os seus projectos, falar das suas intenções, anseios, preocupações, e, dessa forma, participarem activamente no desenho de verdadeiras políticas de juventude nos seus Municípios e, por inerência, no País.
Os Conselhos Municipais de Juventude vão promover a discussão sobre emprego e formação profissional, habitação, educação e ensino superior, cultura, desporto, saúde e acção social, movimento associativo. Em suma, as temáticas que dizem directamente respeito às aspirações e necessidades da juventude.
Isto é um resumo do que podem ser estes Conselhos. Do que devem ser. Verdadeiros espaços de afirmação da juventude. Espaços onde possam ajudar a construir um Município que também é seu, construindo-o, também, à sua maneira. É este o verdadeiro desafio. Pensarmos não no que, de facto, são, mas no que podem e devem ser estes Conselhos Municipais de Juventude. Verdadeiros espaços de liberdade e de construção de um futuro em que a juventude, que amanhã estará á frente dos seus próprios destinos, participa activamente na antecipação desse futuro. Contribuindo, com a sua visão e acção muito próprias, provando que tem capacidade interventiva e construtiva, que tem uma voz que deve ser ouvida.
André Almeida
escrito para a newsletter da Juventude Social Democrata da Marinha Grande em Fevereiro de 2009





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